Essa é uma das perguntas que mais aparecem quando o assunto chega na mesa de decisão de uma empresa. Trocar a embalagem convencional por uma opção reciclada ou compostável tem um custo, e quem precisa justificar esse investimento internamente quer saber: isso volta em resultado?
A resposta curta é sim. Mas os dados vão além do que a maioria imagina.
Não é mais uma questão de nicho ou de público muito específico. Segundo pesquisa do Instituto Opinion Box (2023), 76% dos consumidores brasileiros consideram importante que embalagens tragam o selo de sustentabilidade. Mais da metade do mercado já olha para a embalagem como critério de escolha.
E vai além da preferência declarada. Um levantamento da Smurfit Kappa, empresa global especializada em embalagens, revelou que 65% dos consumidores brasileiros afirmam que o uso de embalagens sustentáveis é um fator determinante em suas decisões de compra. Não é curiosidade, é um critério que entra na decisão final.
O dado mais impactante vem da Tetra Pak Brasil: 93% dos consumidores brasileiros afirmam que marcas com embalagens ambientalmente responsáveis influenciam diretamente sua decisão de compra. Quando quase a totalidade do mercado responde dessa forma, ignorar a embalagem como ferramenta de vendas deixa de ser uma opção estratégica.

Preferência é um sinal. Disposição para pagar mais é uma prova. O Future Consumer Index da EY — pesquisa realizada com 21.000 pessoas em 27 países, aponta que 46% dos brasileiros estão dispostos a pagar mais por produtos feitos de maneira sustentável, número acima da média global de 42%. O mesmo estudo revela que 66% dos brasileiros tomam decisões de compra com base no impacto ambiental de um produto ou serviço, e que 73% já estão ativamente migrando para alternativas sustentáveis nos produtos que consomem.
Esse comportamento também aparece na pesquisa Tendências de Bens de Consumo 2024, realizada pelo Opinion Box em parceria com a Neogrid: 37% dos consumidores brasileiros já demonstram disposição para pagar um preço mais elevado por produtos considerados ecológicos ou sustentáveis. E cerca de 50% afirmaram estar preocupados com o tipo de embalagem do produto na hora da compra, influenciando diretamente sua escolha.
Isso muda o cálculo do investimento em embalagem sustentável. Não é só custo, é posicionamento com retorno mensurável em margem e volume.
Para empresas que vendem para outras empresas, o efeito da embalagem sustentável vai além do consumidor final. Ele aparece na mesa de negociação.
Grandes redes varejistas, indústrias alimentícias e operações de e-commerce com volume relevante já incluem cláusulas sobre conteúdo reciclado nas embalagens de seus fornecedores. Não adotar esse padrão pode significar perda de contrato, independentemente do preço ou da qualidade do produto.
Segundo pesquisa da Union + Webster, 87% dos brasileiros dão preferência a produtos e serviços de marcas sustentáveis na hora do consumo, e 70% não se importariam de pagar mais para garantir essa sustentabilidade. Quando o consumidor final já pensa assim, o comprador B2B começa a exigir o mesmo dos fornecedores.
O mercado global confirma esse movimento. De acordo com dados da Mordor Intelligence, o setor de embalagens sustentáveis está estimado em US$ 292,71 bilhões em 2024, com crescimento projetado para os próximos anos. Quem entra cedo nessa transição constrói vantagem competitiva real.

Os dados respondem à pergunta inicial: sim, embalagem sustentável vende mais. Mas o resultado depende de uma escolha bem feita, do material correto para o produto certo, com o fornecedor que entende a sua operação.
A NTX Embalagens trabalha com três linhas, plástico reciclado, virgem e compostável, justamente porque não existe uma resposta única para todos os negócios. O que existe é a combinação certa para cada empresa, cada produto e cada cliente final.
Se a sua empresa está avaliando essa migração e precisa de orientação técnica para tomar essa decisão com segurança, entre em contato com a NTX Embalagens pelo site ou pelas redes sociais.